quarta-feira, 19 de setembro de 2012

"Ter um animal de estimação traz alegria, qualidade de vida e saúde"


 


“Um casamento pode acabar em pouco tempo. Já a relação entre um humano e o seu animal de estimação, quase sempre, cumpre o «até que a morte os separe». É assim há pelo menos 10 mil anos, desde que o homem domesticou os cães e os gatos. Aos poucos, tornaram-se companheiros inseparáveis e essa relação foi evoluindo ao longo do tempo.
Filmes como «Marley e Eu» e «Para sempre ao seu lado», que mostram o relacionamento entre os humanos e os seus animais de estimação, não só foram sucesso de bilheteira como levaram plateias às lágrimas.
Hoje, pesquisas e estudos em todo o mundo demonstram que a convivência com os animais traz tranquilidade e bem-estar às pessoas. Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal e actualmente com o programa «Missão Pet» no canal a cabo Nat Geo, vivencia de perto essa interacção benéfica.
«Quando levamos cães a locais com pessoas doentes, em especial crianças, e idosos, constatamos a alegria que trazem. A relação é muito diferente se há apenas humanos nas visitas», relata Rossi.
O zootecnista lembra-se, em especial, de um golden retriever. «Era muito interessante, porque ele dava carinho e atenção à criança que mais parecia triste. Ficava do lado e, aos poucos, ela começava a brincar.»
Rossi explica que, ao contrário dos visitantes que se comovem com as histórias e muitas vezes não conseguem dar força às crianças e velhinhos, os cães trazem leveza ao ambiente. «Eles brincam, fazem algo engraçado e proporcionam momentos de muita descontracção.»
Para quem perdeu a capacidade de locomoção, por acidente ou até mesmo pela idade avançada, estar perto de um animal é realizar-se através dele. «Quando essa pessoa vê um cão a brincar e a correr, é como se fosse uma extensão dele», analisa Rossi.
Além disso, para quem quer emagrecer, ter um cão é uma excelente fórmula. Isso porque é necessário fazer passeios diários, assim, sem perceber, a pessoa está a exercitar-se. Sem contar que, no caminho, vai fazendo amizades e conhecendo gente nova.”


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

"au au"

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 Eu a Raquel adoptámos um cão, ou melhor, uma cadela.

Na verdade não foi bem assim. A Raquel adoptou uma cadela e eu, mesmo resmungando muito, acabei por adoptá-la também. Sempre gostei de cães. Na verdade sempre pensei que um dia mais tarde acabaria por adoptar um, mas nunca a viver num apartamento. Precisava, por isso, que alguém que partilhasse a vida comigo partilhasse também essa responsabilidade. Assim é óptimo, a iniciativa partiu da Raquel e eu satisfiz a minha vontade indo apenas atrás dela.
Talvez seja uma coisa muito masculina, esta de deixar que a mulher tome a iniciativa naquilo que se quer fazer mas não se tem a coragem suficiente. É que isso é coisa que as mulheres têm a sobrar, principalmente quando falta nos homens.
A verdade é que adoptar um cão ganha ainda mais significado quando se vai a um canil municipal. Os animais ladram na nossa direcção como se estivessem a disputar entre eles a oportunidade de ter um lar. É um desfile de olhos tristes, aquele.
A Luna (o nome não é grande coisa mas já vinha assim baptizada) tem pulgas e um problema qualquer no pêlo que agora vamos tentar resolver com o tempo. Aquilo que ficou resolvido em menos de uma hora foi precisamente o seu olhar triste. Hoje de manhã levei-a a passear pelas ruas do bairro e, na segunda vez que passei em frente ao prédio, ela dirigiu-se para a porta e já não saiu dali, como se me estivesse a dizer que queria entrar. O respirar ofegante e a cauda a abanar diziam-me que ela estava contente.
Um vizinho que passou perguntou-me se eu a tinha adoptado. Menti, respondendo que sim. Na verdade foi a Raquel que adoptou. Eu apenas fui atrás."
retirado daqui

bom senso

"Cães de louça

Encontro um Labrador de olhar meigo amarrado na coluna da entrada da loja. Faço-lhe uma festa. Liberto-o da posição a que foi sujeito e ele lambe-me as mãos quando percebe o que estou a fazer. Levo-o ao dono que está no interior e este devolve-me um olhar espantado. "Não sabia que podia entrar com o cão...". Pode sim, esteja à vontade. Eles portam-se sempre muito melhor do que alguns humanos. Nunca apanhámos nenhum cão a roubar produtos ou a estragar caixas. E até isso acontecer, os cães simpáticos e meigos serão sempre muito bem-vindos a este espaço."
 

retirado daqui

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ALAAR

(click na imagem para visitar o site da ALAAR)

"Fotógrafo retratou estupidez humana no olhar dos cães"



"Em Taiwan, só este ano, 80 mil cães foram eutanasiados. Tou Chih-kang fez retratos de animais abandonados nos últimos momentos de vida. Nos olhos deles vê-se o pior do ser humano

Foi um trabalho angustiante para o fotógrafo Tou Chih-kang. Durante dois anos, ele acompanhou de perto os últimos momentos de vida de mais de 400 cães, a maioria abandonados pelos donos numa associação de abrigo de animais em Taoyuan, Taiwan.

Depois de serem fotografados, os animais foram levados por um veterinário para serem adormecidos com uma injecção letal. Ele retratou-os para que não fossem esquecidos, retratou-os para chamar a atenção para uma realidade pouco falada nos órgãos de comunicação de Taiwan: o abandono (e consequente eutanásia) de animais.

Só este ano, as autoridade de Taiwan puseram fim à vida de cerca de 80 mil cães abandonados, de 38 abrigos espalhados pela ilha. Uma realidade que os defensores dos animais locais atribuem a uma crença ainda presente entre a população, de que os cães são seres humanos reencarnados que se portaram de forma indigna noutra vida.

Retratos formais
As fotografias de Tou – cujo nome profissional é Tou Yun-fei – são feitas como verdadeiros retratos formais (de pessoas), aparecendo os cães em ângulos que os fazem parecer humanos.

“Eu acredito que não é algo que possa ser falado, deve ser sentido”, disse Tou numa entrevista à Associated Press. “Espero que essas imagens despertem os espectadores para contemplar e sentir por essas vidas infelizes, e perceber a desumanidade a que a sociedade os está a condenar.”

Nos olhares, nos corpos esqueléticos, nas mazelas de maus tratos, vê-se o que de pior existe no ser humano. A crueldade e a capacidade de abandonar: porque cresceram e ocupam mais espaço, porque fazem despesa, dão mais trabalho, perderam a graça, largam pêlo. Porque sim.

“A minha fotografia pode ser um meio para que mais gente se consciencialize deste assunto. Acho que é esse o meu papel”, resumiu Tou Chih-kang. Este mês, as fotografias dão origem a uma exposição no Museu Nacional de Belas Artes, na cidade de Kaohsiung, em Taiwan. "




fonte: publico online

quarta-feira, 27 de junho de 2012

número solidário ALAAR

Recebemos o seguinte e-mail, que passamos a transcrever.

"Estamos a 4 dias do fim do mês e ainda faltam 500 chamadas para o Número Solidário para atingirmos as 1000, um objectivo que temos conseguido atingir nos últimos meses e que tem sido um apoio fundamental para a continuidade do nosso trabalho! Ainda temos 7 cadelas em lista de espera para esterilização, cerca de 70 animais para alimentar e cuidar diariamente, além dos vários novos casos que vão surgindo! Esta é a oportunidade de todos poderem dar o seu pequeno contributo para ajudar os animais da ALAAR :)
Não pode adoptar, fazer donativos, ser voluntário? Então apoie a esta causa fazendo 1 chamada solidária: 760 303 160 e divulgando este número!"