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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
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"como lidar com a morte de um animal de estimação"
“A
morte de um animal de estimação pode ser traumática para o seu dono, um
acontecimento marcante e que provoca uma enorme dor a quem, durante anos e às
vezes décadas, deles cuidou.
A
veterinária norte-americana Marty Becker, com mais de 30 anos de experiência em
lidar directamente com animais de estimação, propõe cinco estratégias para melhor ultrapassarmos esta situação.
1. Lide com a sua dor
“É
extremamente importante lembrar-se que amor é amor e que amar um animal de
estimação não é diferente de amar uma pessoa – e que quando perdemos um animal,
apetece-nos chorar. Os seus sentimentos não são errados, e precisará de tempo
para lidar com a sua dor. Não tente minimizar os laços que partilhava com o seu
animal, independentemente do que as pessoas digam ou pensam. Não apresse o
esquecimento do seu animal de estimação.”
2. Cuide de si
“Perder
alguém que amamos pode ser exaustivo, emocional e fisicamente. Quando estamos a
lidar com a dor é importante comermos bem e dormirmos bem. A curto prazo,
ficaremos mais fortes se olharmos pela nossa saúde agora. Alimente-se com boa
comida e resiste ao impulso de ir para a junk food só porque está ali e é fácil.
Não tenha medo de contar ao seu médico se não estiver a conseguir voltar ao
normal.”
3. Evite as pessoas que
dizem: “Era só um animal de estimação”.
“Sabe
que tipo de pessoas são estas? São as pessoas que nunca realmente perceberam a
ligação entre você e o seu animal. Muitas vezes, elas querem ajudar, mas o mais
provável é que estas frases de conforto apenas o façam sentir pior. Se não
conseguir evitar estes comentários, ainda que bem intencionados, tente
ignorá-los ou mudar de assunto.”
4. Procure apoio
“Esta
é uma boa altura para ligar a um amigo. Os seus amigos que gostam de animais de
estimação irão entender a situação pela qual está a passar e estarão lá por si.
Não seja tímido em falar com as pessoas que gostam de si e que oferecerão ajuda.
Peça ajuda, se precisar, mesmo para tarefas comuns: pegar nos objectos do seu
cão, por exemplo. Se precisar de ajuda para além de um amigo, o seu veterinário
pode ajudá-lo a encontrar grupos de pessoas que ajudam a suportar a dor de
perder um animal de estimação.”
5. Faça planos para um
memorial
“Plante
uma árvore, faça uma doação a uma instituição de solidariedade social
relacionada com animais… na altura saberá o que melhor funciona para si.””
fonte: greensavers, neste artigo
"Ter um animal de estimação traz alegria, qualidade de vida e saúde"
“Um
casamento pode acabar em pouco tempo. Já a relação entre um humano e o seu
animal de estimação, quase sempre, cumpre o «até que a morte os separe». É
assim há pelo menos 10 mil anos, desde que o homem domesticou os cães e os
gatos. Aos poucos, tornaram-se companheiros inseparáveis e essa relação foi
evoluindo ao longo do tempo.
Filmes como
«Marley e Eu» e «Para sempre ao seu lado», que mostram o relacionamento entre
os humanos e os seus animais de estimação, não só foram sucesso de bilheteira
como levaram plateias às lágrimas.
Hoje,
pesquisas e estudos em todo o mundo demonstram que a convivência com os animais
traz tranquilidade e bem-estar às pessoas. Alexandre Rossi, especialista em
comportamento animal e actualmente com o programa «Missão Pet» no canal a cabo
Nat Geo, vivencia de perto essa interacção benéfica.
«Quando
levamos cães a locais com pessoas doentes, em especial crianças, e idosos,
constatamos a alegria que trazem. A relação é muito diferente se há apenas
humanos nas visitas», relata Rossi.
O
zootecnista lembra-se, em especial, de um golden retriever. «Era muito
interessante, porque ele dava carinho e atenção à criança que mais parecia
triste. Ficava do lado e, aos poucos, ela começava a brincar.»
Rossi
explica que, ao contrário dos visitantes que se comovem com as histórias e
muitas vezes não conseguem dar força às crianças e velhinhos, os cães trazem
leveza ao ambiente. «Eles brincam, fazem algo engraçado e proporcionam momentos
de muita descontracção.»
Para quem
perdeu a capacidade de locomoção, por acidente ou até mesmo pela idade
avançada, estar perto de um animal é realizar-se através dele. «Quando essa
pessoa vê um cão a brincar e a correr, é como se fosse uma extensão dele»,
analisa Rossi.
Além disso,
para quem quer emagrecer, ter um cão é uma excelente fórmula. Isso porque é
necessário fazer passeios diários, assim, sem perceber, a pessoa está a
exercitar-se. Sem contar que, no caminho, vai fazendo amizades e conhecendo
gente nova.”
fonte: diário digital, neste artigo
